terça-feira, 27 de maio de 2014

Continue

Já fiz tanta coisa nessa vida, e olha que sou novinho... 23 aninhos =D, quase um bebê (vai nessa, bicha).
Já viajei pro exterior, já peguei DP na faculdade, já entornei o caneco e saí vomitando em todo mundo, já entrei em diversos campeonatos esportivos, já ganhei medalhas, já deixei de ser amigo de muita gente... enfim, várias coisas.
Mas ainda quero mais, como receber aquela promoção no trabalho que eu nunca recebi (tadinhooo), sair e voltar só no outro fim de semana, viajar mais pro exterior, usar salto alto todos os dias (oi?), ir no show da Cátia Peres (aaaahhhh), ouvir o novo cd da Madonna que está pra lançar (aaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhh), dançar...

Sim. Dançar.
Sempre gostei de movimentar o corpo como vcs já devem ter percebido, seja praticando esportes ou dançar na balada. Mas o dançar na balada não está sendo o suficiente. Quero realmente dançar. Mas dançar pra valer tipo naqueles concursos de dança e aqueles shows de pop em que as pessoas dançam tanto que vc nem se dá conta da cantora.
A vontade veio à tona quando agora de noite, voltando de um jantar com o namorado, vi um grupo de jovens entre 15 a 18 anos fazendo break dance. Galerinha do bem, dançando, uns aprendendo e outros ensinando. Maior vibe legal.
Daqui alguns anos alguns vão optar por seguir carreira na dança, outros não, infelizmente não.

Acredito que quando vc movimenta o seu corpo vc deixa todos os seus males de lado e passa a jogar seus sentimentos e pensamentos diretamente naquela atividade que te deixa em êxtase. Vc consegue liberar o stress e, quase sempre, sai com o sorriso no rosto. Além de fazer bem à saúde.
Hoje vejo que com 23 anos não é tarde para eu aprender a dançar... Aliás, nada nessa vida é tarde para se começar a aprender.

E vou procurar uma escola de dança pra me matricular. Pronto, falei (ahazzooo, linda).

Como dizia a Queen de todos os tempos: "Don't ever tell me stop".


quarta-feira, 21 de maio de 2014

Na última terça-feira...

Aproveitando o caos que impera essa semana em São Paulo, greve de ônibus e plataformas de trem e metrô lotadas, tomei uma cerveja ontem com um colega do trabalho (só uma? conta outra, bicha) para poder voltar pro ABC tranquilamente.

Como entramos no trabalho mais cedo que o normal para aproveitar um treinamento de comunicação interpessoal, consequentemente saímos mais cedo para o bar. Um bar super charmosinho, de esquina, convidativo a tomar a cerveja.

Ficamos lá conversando horas e horas sobre assuntos triviais até que o camarada volta a falar da vida pessoal dele, de como ele tratava a ex-mulher dele e as pretensões em voltar com ela. Não sei se acho legal por causa daquele ditado: "Se ex fosse bom não seria chamado de ex".

Conversa vai e conversa vem peço pra ele me mostrar uma foto dessa tal moça que ele quer voltar a juntar as escovinhas de dentes... E não é que a rapariga faz parte de um círculo de amizades próximo meu? Fiquei aaaaabismaaaaado na hora que vi a foto.

Existe um grupo de teatro de uns amigos em que ela também faz parte. Percebi na hora que ela era do grupo por conta de uma maquiagem que os integrantes usaram na virada cultural.

Achei um máximo...

É aí que vc vê que o mundo é pequeno. Ou não tão pequeno assim, nós que conhecemos muita gente.
Uma vez meu namorado comentou da teoria das 7 pessoas... Que vc conhece uma pessoa que conhece outra, que conhece outra, assim por diante, até que a sexta pessoa conhece alguém famoso. Acho que essa teoria se aplica à qualquer pessoa, não necessariamente sendo uma celebridade ou famoso.

Viajei nessa brisa louca... eheheheh

E o ponto mais alto da noite foi ter encontrado uma menina X no metro onde trocamos a maior ideia do mundooooo... hahahah.
Adoro gente aberta à qualquer coisa.

Bjos bjos.

sexta-feira, 16 de maio de 2014

Larará

Não sei o que anda acontecendo mas depois que apliquei a frase "Let it go" na minha vida, ando com um sorriso deeeeeeeeeste tamanho no rosto.

O ciúme foi embora, não ligo mais para certas coisas e estou fazendo o que tenho que fazer. Sem certo ou errado... porque o que é certo e errado nessa vida, não é mesmo?
Mas calma, garotas, faço as coisas com o total juízo na cabeça... Não é esse desleixo que vcs pensaram que fosse não... Aqui é coisa pheena, rapariga. Tá pensando o quê? Travestchy também é gente (oii??).

E é nessa onda de felicidade que digito abaixo o refrão de uma música do pessoal do 5 a Seco:

"Tão raro de se ver,
Param pra dizer para eu ser feliz pra lá.
Pera aí, o que é que há?
Quero ver quem vai me impedir
De sorrir do Pari até o Pará"

Se puderem, baixem as músicas do 5 a seco gratuitamente no site dos próprios garotos. Tenho certeza que vão curtir essa vibe MPB "universitária", já que a moda agora é colocar universitário/a em tudo conté estilo. Imagina, technobrega universitário (sqn, bicha!)

Que a felicidade esteja convosco também.

E hoje, nessa sexta-feira de sol acanhadinho em São Paulo, eu quero é mais curtir a vida do jeito que ela tem que ser curtida... dando risada, tomando uma cerveja, não fazendo mal a ninguém.

Te vejo mais tarde, lua.

Bjos

terça-feira, 13 de maio de 2014

Queens

Olhaaa... não sei se eu ando assistindo muito Rupaul's Drag Race ou o quê mas hoje de manhã, enquanto caminhava da estação Vila Olímpia até o trabalho, estava fazendo a Dyva ouvindo músicas de Drag.

Estava lá andando como a Beyoncé em Crazy in Love, fazendo carão de modelo e curtindo a vibe da música. Quase peguei a mão de uma menina que andava do meu lado, naipe top model, e falei "Ahazza, menina".
Me imaginando de salto alto com uma peruca ondulada de cabelos castanhos e maquiagem carregadéeeerrima, com um vestido prateado mega brilhante.

*libere a Dyva que lhe habita*

Não sei se eu comentei aqui no blog ou se foi em algum comentário que fiz no blog de alguém (já que ainda não tenho muitos posts, dá uma fuçada aqui rsrs) que eu não faço o tipo afeminada! Nem na rua, nem na balada, nem em qualquer outro lugar. É o meu jeito mesmo. Pra vc ter noção, tenho cara de macho (#aloka) com barbão, uso roupas "normais", ando de adidas no pé, etc, mas ando meio fã de Drags. Acho incrível a ilusão que algumas criam (outras infelizmente TENTAM criar) de ser igual mulher, muitas vezes até mais bonitas do que as próprias nascidas com xoxot...
E elas são incríveis. Algumas são Dyvas, outras são do estilo comediante, outras são dançarinas, uma mistura de habilidades.

Adoro isso.
Querendo ou não é uma forma de vc se libertar e sambar na cara da sociedade contra o preconceito dizendo "Estou aqui e vc também, então o seu dever é me respeitar, assim como eu lhe respeito".

Já vi vários posts/vídeos/comentários que antes o mundo gls era um "submundo". Não sei como era pq na década de 90 eu era só uma criança.
Hoje vc sai pelas ruas (pelo menos em São Paulo) e acaba encontrando uma diversidade de pessoas juntas, gays e héteros se confundem na cidade grande.

E já que não somos felinos e só temos uma vida pra viver, acredito que devo dar parabéns aos homens transformistas que encaram a sociedade com peito aberto para levar tapas na cara. Merecem todo o meu respeito.

Pq só a gente sabe o que passamos. Alguns vivem no armário, alguns saem do armário e a vida sofre uma reviravolta tão grande, alguns saem do armário e isso soa tão normal. Essa "experiência", se é assim que posso chamar, amadurece a pessoa.

Então *libere a Dyva que lhe habita* e seja feliz independente dos olhares tortos imponentes da sociedade e let's drag, bitch.

Ahhhhh e Rafa, não fui a academia ontem. rsrsrs. Morri na cama e por lá fiquei até que me ressucitassem hoje de manhã.

Xoxos

segunda-feira, 12 de maio de 2014

Mole, mole, mol, mo, m...

Hoje estou com uma preguiça mortaaaaal.
Começou logo quando acordei, rsrs. Acho que aquele dito popular de que quando se dorme muito mais vc quer dormir está valendo pra mim agora. Estou aqui lutando com a consciência de ter tido um final de semana gordo e ir a academia agora de noite ou ficar em casa assistindo Rupaul's Drag race no Netflix. E o friozinho hoje está convidativo...

Se fosse a alguns meses atrás eu não hesitaria em ir pra academia. Confesso que eu era um gym addicted que vivia na academia de segunda a domingo (siiiiim, domingo), tinha um corpinho legal e tal, não bebia, tinha parado de fumar, não saía muito para conquistar os objetivos e blá blá blá, Whiskas sachê... Mas isso mudou agora.

Antes eu era atleta e queria viver a minha vida para o esporte. Eu tinha um time de volley onde disputava campeonatos amadores e depois passei para federação jogando no time da cidade de Santo André (ooooh terrinha)... Eu até que era bom, modestamente. O problema para eu não ter continuado foram os problema no joelho, altura e tempo... Porque tempo aqui em São Paulo é coisa rara...
Gastei váaaarios dinheiros com suplementação pra academia, personal trainer, personal diet no final de 2013 para chegar no verão com aquele corpitcho supimpa de The Week e sair na praia tirando a camiseta... Mas aí veio o emprego novo onde me força a viajar e a como consequência, caga com a sua diversão de todos os dias durante a noite.

Mas anyway... to aqui lutando ainda pra ver se vou ou não pra academia.

Percebi sim que o meu corpo mudou mto. Ganhei gordurinhas localizadas, perdi músculos =(...
Essa é a pior parte de ter a motivação pra enfrentar a esteira. Ver que aquele resultado que vc demorou eraaaas para conquistar vc perdeu em um mês. E bicha, posso dizer, o nosso corpo muda de uma maneira incríveeeel que eu não achava que aconteceria. No meu caso ele muda logo quando olho pra comida. Ganho uns cinco quilos só olhando.

Depois lhes conto se fui ou não... hahahaha.
Mas agora estou mais para o não do que para o sim.

Bjin.

sexta-feira, 9 de maio de 2014

Monólogo do meu eu #1

Eeee buceta.

Cachorra fdp.

Tadinha... não sabia que ela ia ser castrada hoje.

Ai vou tomar café da manhã em casa mesmo.

Graças a Cher que o metrô está vazio hoje.

Cansei de ouvir música.

Vou fumar um cigarro antes de entrar pro escritório.

Bom dia. Bom dia. Tudo bem?

Ai que coisa chata.

Affff o café dessa máquina hoje tá uó.

Hahahahahaha.

Vou naquele restaurante mesmo, mais tarde. Não estou com fome agora.

Nossa como eu quero dormir.

hehehehe... dahora.

Só eu que faço essa porra... Trabalho em equipe 0.

Gente a hora não passa...

Então, tem que fazer aquela configuração.

Não tá funcionando.

Me espera pra ir embora.

Ai aquela música.

O que eu vou fazer hoje de noite.

17:30.

Vou postar, ir ao banheiro e ir embora.

quinta-feira, 8 de maio de 2014

BAAAM

Tomei na cara agora.
Pedi folga pra minha chefe nessa sexta-feira para dormir e ela recusou. Ahhh falei na cara mesmo, porque depois de tralhar vários dias durante a madrugada pelo menos uma sexta-feira inteira dormindo seria ótimo. Mas tudo bem... o que importa é que vai ter coisa pra fazer aqui no escritório (é, quase nunca tem).

Não sei o que está acontecendo comigo. Hoje no almoço almoço eu saí pra comprar o presente de mi madre para os dias das mães e aproveitei pra passar no mercadinho do shopping Vila Olímpia pra comprar algumas coisas pra comer de tarde.
E não é que a bicha esqueceu a sacola de compras de comida no mercado?
Burraaaaaa!
Achei massa pq depois que voltei lá pra ver se eles tinham guardado, me deparo com um caderno onde eles anotam o dia e o que esqueceram lá. Mercado de rico é outra coisa né?! Se fosse em outros aí vc nao veria várias caras de "não sei".

Esse lance de esquecimento é tenso. Já esqueci o presente de aniversário da minha irmã na praça de alimentação, fui viajar a trabalho sem óculos pq o esqueci em baixo da cama, já entrei no prédio errado do trabalho (mas não é minha culpa... quem mandou existirem dois prédios idênticos na mesma rua, um do lado do outro).

Bom, só espero que isso não seja problemas de memória e sim, falta de atenção... dá pra reverter esse quadro... rsrs.
Vendo a circusntância dos fatos acredito que realmente preciso hibernar um pouco... talvez seja esse o problema.

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Feelings

Estou saindo de BSB mais convicto de que tenho que conversar com certas pessoas em São Paulo.
Apesar do não 100% do projeto, saio daqui satisfeito. Não tenho muito o que reclamar desta vez.
As pessoas que conheci fizeram alguma diferença na minha vida. De alguma maneira me diverti, dei risada mas também fiquei estressado, chateado, "bodiado".
Aprendi o que acho que deveria ter aprendido e levarei as lições pro resto da vida.

As noites não foram tão badaladas mas regradas de boa comida, de companhias bacanas, de conversas sobre qualquer outra coisa a não ser trabalho, e uma com direito a conhecer gente da Venezuela (hora de colocar o espanhol que nunca estudei em prática... kkkk).

O hotel que fiquei hospedado, projetado pele Oscar Niemeyer, com certeza não era um cinco estrelas, mas chegava perto. Fora do circuito de hotéis de BSB tem uma atmosfera tranquila... parece até cidade do interior de São Paulo.

Cidade nada Gay... claro que aqui tem as suas Beews, mas não tão concentrado quanto São Paulo onde vc dá um passo e já econtra cazamiga.

Mas a saudade de casa vem à tona e não vejo a hora de chegar no aeroporto pra embarcar no avião pra chegar em casa logo... to eufórica aqui escrevendo este post. Preciso de um cigarro...
É. Acho que vou lá fora fumar um cigarro pra passar a ansiedade.

sexta-feira, 2 de maio de 2014

Extravaganzaaa

Hahahahaha... Não que eu não tenha trejeitos homossexuais, como ser uma drag de vez em quando. Mas a maior parte do tempo eu mantenho a pose, esse sou eu mesmo, não aflorando toda hora e em qualquer lugar. Eu não me seguro, jamais, mas é assim que sou.

Mas existe aquele momento que é mais forte que vc e vc teeeem que extravasar de algum jeito.
Foi numa sexta-feira voltando de Brasília. Estava sem sono e com cara de ninguém, pasmando mesmo e acho que nem sei se tava pensando em algo no momento... kkkkk.
Olhei para o meu lado esquerdo e tinha uma moça lindaaaa, executiva, babei no modelito e na classe. Cruzei as pernas para me fazer mais confortável e olhei pro meu lado direito. Um Deus grego tava lá, babando e roncando já... sem classe nenhuma. Mas anyway, já fiz isso também (queens we are).

Ainda tava lá, olhando pra frente até que me surgiu a ideia de colocar o fone de ouvido no rádio do avião... fui passando as estações até que chegou em uma...
Na hora abri a boca naquele rosto de "OMG, is that real", olhei para os dois lados e levei a mão esquerda no peito. hahahahahah.
Ao som de Vogue comecei a fazer um lipsync remexendo na poltrona, olho pro lado esquerdo de novo e a girl estava olhando pra mim. Quase soltei "Tá demaaais isso, amiga", mas me contive e só mandei um sorrizinho pra ela (hahahahahah).
Se fosse em qualquer outro lugar eu teria apanhado... certeza. kkkkkkk

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Um resuminho

"Babe, a gente precisa conversar"
"Sim, babe"

Sexta-feira na cerveja e cigarro. Ouço com atenção o que tem pra me dizer.

"E como a gente resolve isso?"
"Não sei"

E realmente Eu não sei. Acho que desde o meu último post aqui do blog (que nem faz tanto tempo assim) eu percebi muita coisa que eu fazia e faço de errado.
Mudei a maneira de pensar e falar, sim, pra melhor e aceito as diferenças. Anyway, ninguém é igual a ninguém e cada um faz o que bem entende. A gente só respeita e aceita as diferenças... Não é assim que tem que ser no mundo gls? Por que não posso levar isso para outros assuntos da vida?
É até bom pensar dessa maneira, porque aquele lance de utopia foge de vc... vc nao precisa mais querer que o outro faça coisas que o vai lhe deixar triste pra fazer a sua felicidade... Isso por que a sua própria felicidade não depende de mais ninguém, a não ser de você mesmo. Assim, o que vc achava que tinha como utopia se torna a sua realidade.
O bom disso é que fez o final de semana ser cheio de risadas, cheio de abraços, cheio de beijos... E os próximos finais de semana, os próximos dias da semana também serão assim...
Se depender de mim, será assim pro resto da vida.
Compartilhar aquela cerveja, com aquela conversa se torna surreal quando você está feliz.
Aquele jantar ou aquela mensagem se tornam maravilhosamente em um momento mais íntimo do que já era.
Se torna mais do que especial.
Se torna naquela palavra que ainda não existe no dicionário...

Bjx bjx