quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Não dá

Volto aqui neste posso de lamentações que é o meu blog para falar mais uma vez de meus sentimentos. Não queria. Ia me sentir mais a vontade descrevendo sobre as festas de carnaval dos últimos dias, ou podia tapear uma teoria que ouvi sobre o aquecimento global (assunto que me interessa paca) onde colocaram a culpa nas atividades agropecuárias (por esse motivo a Fulana virou vegetariana), ou também, explicar a minha teoria sobre o aquecimento do planeta onde fiquei claramente, para não dizer totalmente, chateado com a repórter Sonia Bridi,na qual ainda a admiro.

Cresci pessoal e profissionalmente nessa "fase" da minha vida e agradeço por isso. Mas não tenho como negar que não consegui me livrar dele. Estou a ponto de chegar à loucura pois ele ainda é a razão dos meus pensamentos ao acordar e ao dormir. Dias menos intensos e outros mais, os quais são os piores. Das mensagens de texto recebidas no celular e não ser dele.

A porra é que ainda vai durar, por muito tempo ou pra sempre. Demos um basta à situação que complicava nossa vida mas não consigo dar um basta à esse sentimento de amá-lo. E meu coração bateu forte em todas as vezes que o encontrei, igualzinho de quando iniciamos uma vida juntos.


É complicado, malandro.
Já superei paixões, mas um amor não há de ser superado.

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Uma vida em troca de troco

O quão te satisfaz tirar a vida de uma pessoa?
A gana do poder entre os seus afiliados? Status? Diversão? Dívidas? Drogas?

Por conta de um dos fatores acima, logo após a festa da virada de um novo ano promissor que promete ou prometia um novo ciclo inspirador na paixão, não só pra mim, mas para o rapaz de apenas 21 anos e toda a sua família, teve a sua vida exterminada do mundo dos vivos!

Ele que era conhecido da família levou bala na cabeça em um assalto em Peruíbe!
Era para ser uma viagem linda, mas não foi. Loucura entre a galera, covardia dos "poderosos" de plantão.

Uma vida por uns míseros reais na carteira.

Virada de ano em velório não é fácil.

Que esteja em um lugar melhor, meu bom caro, onde não exista violência nem tristeza. Que o choro seja de alegria pelos os que aqui, nessa terra de ninguém, ainda vivem.

Vá com Deus :(

terça-feira, 10 de novembro de 2015

Oxigênio Paulistano

VIDA SELVAGEM

Nico trabalha todos os dias de terno, sapato engraxado e cuequinha da moda. Todos os dias pra lá e pra cá com o seu laptop nas costas, seu pacote de cigarro no bolso e a sua musiquinha que bomba no fone de ouvido.
Ele teve suas férias recentemente e deixou um projeto que vale milhões nas mãos de pessoas em que ele confiava. São todas pessoas trabalhadoras, sem exceção, até que se prove ao contrário.
Logo após a volta de suas férias teve que lidar com lições que achou que nunca deveria enfrentar.
Matar um leão por dia pode ser fácil. Quero ver matar 5 leões, mais 2 tigres e mais uma trupe de animais selvagens, todos engravatados, todos sedentos por sangue. O seu sangue.
Já não basta ter que lidar com as várias najas que nos incomodam todos os dias.

Mas para combater essa selvageria, Nico também sabe rugir. De encontro com a loira, não deixa a peteca cair.

"Preciso dessas 190234213 coisas até as 3 horas da tarde".
"De que dia?".

Rebate aqui, ali e acolá e vai andando com toda sua bagagem profissional.
Dá um tiro pro alto e todos os animais cedem. Vão embora, mas não por muito tempo.

A boa coisa é que Nico está em um "novo" da selva que trabalha mas, as feras continuam.
Apesar das bestas ao redor também notam-se lindos unicórnios brancos, de barba, sarados e com tendências homossexais.

Daí entra a teoria dos 3 segundos. Primeiro dia, primeiro café, primeiro olhar apaixonante.
A vida de Nick está prestes a mudar...


terça-feira, 13 de outubro de 2015

Caso de Polícia

Já não bastasse eu ter que arcar com todas as despesas do carro, by myself, ainda surge essa.

Férias. Faziam exatamente 21 meses de trabalho direto. Tive a oportunidade de viajar no ano passado à trabalho. Sabe que viajar a trabalho não é a melhor coisa do mundo. Trabalha-se mais do que se estivesse no escritório matriz. Enfim.

Relembrando o acidente de 14 de agosto de 2015, um homem quase morreu quando acertou o meu carro, que fazia mais ou menos um mês de uso, enquanto dirigia para Caraguatatuba. Sorte dele que estava de mochila nas costas e devidamente vestido para pilotar uma moto.
Peguei o seu contato, mas não cheguei a ligar.
O engraçado é que o dia estava chamando algo ruim. Eu pressentia. Não sei porque mas por todo o caminho meu coração batia forte. Será que foi o stress?! Talvez.

Estava a ponto de pirar antes das minhas férias pela quantidade de trabalho e responsabilidade que assumi (juntamente com a promoção que não ganhei). Um projeto só meu em que devo liderar 4 pessoas. Dias e dias sem comer e eu, na contagem regressiva para largar tudo por 15 dias. Desfiz até algumas amizades no trabalho. Fui até para o hospital com os nervos à flor da pele. Naquele dia não estava conseguindo nem respirar direito. O diagnóstico? Stress.
"Slow down a bit, boy".
"Fuck you. I gotta work".

A quantidade de cigarros diário dobrou, o álcool me consumindo de uma forma festeira de todos os dias, a balança subindo e por aí vai.

Calma, Nicola, só faltam duas semanas para as suas férias.

Troquei o meu lindo carro, já arrumado, com o carro da minha mãe numa bela quarta-feira de sol, ao som de pop music.
"Caralho, que freiada da porra". Segundos depois me engavetam na 9 de julho.
Distração do motorista que bateu em mim. "Cadê meu óculos?".

O motorista da frente nem se importou. Desceu do carro e olhou para minha cara, viu a traseira do carro dele e foi embora, sem nem dizer um "oi".
Tudo bem. Vá pela sombra.
Já o de trás não sabia se cobria o rosto de vergonha, ou se pedia mais desculpas a mais do que já estava pedindo...
Resultado: o Fox com a lanterna traseira quebrada. Mas ôooo macumba que tá dando certo einh. Toma no c*.
Pelo menos uma felicidade. Show da Kate Perry em São Paulo. Um dos momentos mais lindos de toda a minha vivência.

Chegou o grande dia. Féeeeeeeeeeeerias.
Viagem marcada, mochilão feito, passagem aérea na mão e bora lá.

Cheguei em Florianópolis na terça-feira, umas 14 horas conversando com a amiga professora que fiz no avião. Pegamos táxi juntos e, ela super solicita, me passa o seu número de telefone para qualquer coisa que eu precisasse durante a minha estadia na ilha.
Uma fofa.
Dei um rolê pelo centro da cidade e logo depois fui pro hostel roots que tinha reservado na praia da Barra da Lagoa.

Consegui dar uns pegas na ponta que levei, no hostel mesmo. Legalizado.
Fiquei esse tempo no hostel tomando uns drinks e conversando com um dinamarquês e uma alemã (sempre conheço alemãs, não sei porque).

Durante a noite dei mais uns pegas e começo a conversar com minha mãe, via mensagem, que me diz que chegou uma intimação para prestar depoimento na delegacia da minha cidade. Na sexta-feira.
Meu cú fechou na hora.
"Mas por quê?".
Tinha entendido que o caso já tinha sido encerrado. Porra, o cara não morreu. Eu fui a vítima. Ele a vítima/autor.

Tentei ligar, na quarta-feira, desesperadamente para a delegacia para tentar remarcar o dia de prestar depoimento. Sem sucesso.
A raiva tomou conta de mim que teve que pegar um ônibus às 19 horas do mesmo dia para chegar na cidade às 9 horas do dia seguinte. Férias por água abaixo. Várias Dilmas jogadas no rio e foram levadas pela correnteza. Hoje não tá fácil pra ninguém.


Prestei depoimento. Deu tudo certo. Só as minhas férias que não.
Agora o dinheiro que sobrou já está contado para as contas deste mês.
Urucubaca. Só pode ser.

O tempo que eu ia ter para mim foi perdido. Tudo foi perdido.
Descansar? Que nada. A raiva já tomou conta de mim. Não tem como.
O que me resta é me enfiar dentro de uma bolha para ver se não acontece mais nada nesse ano. Só assim pra eu conseguir dar os meus passos.

Só no aguardo aqui do processo que vou levar por conta desse motoqueiro filho da puta que destruiu toda a minha paz. Se é que eu estava em paz né.

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Endless

Não foi a primeira vez que vi estrelas, cores, elefantes e por aí vai! Mas dessa vez foi tão grandioso que...
E viram como o queijo estava bem amarelado no céu, ontem? Complicado falar da lua. E ainda mais de qualquer estrela lá no céu!

O som da sanfona contaminou, aquele mash up digno de abrir espacate, aquele dj que bombou na pista, aquelas cervejas de segunda, terça, quarta, quinta, sexta, sábado e domingo... Talvez aquele cigarro na companhia da amada! Todos em vão!

Ah se a gente pudesse mandar no coração! "Pare, agora..."

Sorrir é fácil. Sim, fácil!
Mas AQUELE sorriso está sendo bem difícil tirarem de mim! Ninguém conseguiu! Simplesmente ninguém.

Chega de procurar aquela cerveja do fim da tarde, de todos os dias entorpecentes.

It's been a long day without you, my friend.
A very long day...

terça-feira, 18 de agosto de 2015

The ZICA never ends...

Ohh maré de azar nesses últimos três meses einh! Nunca tive um inferno astral que durou tanto tempo assim e que nunca me deixou sem energia alguma pra batalhar pelas coisas da vida.

Primeira Zica: Término do namoro. Isso é de fato uma zica bastante grande.

Segunda Zica: Fatura do cartão de crédito maior que meu salário do mês. Olha gente, sim, eu costumo gastar bastante. Ainda mais comigo. Cervejas, festinhas, roupinhas (até que nem tanto nesse momento), presentinhos, agradinhos, tudo inho... "Crédito ou débito?" - Crédito é claro, depois eu pago pro banco... o foda é que esse negociozinho de plástico na mão de quem não sabe se controlar, é pior que arma de fogo.

Terceira Zica: A quase morte de um motoqueiro na serra da rodovia tamoios onde ele, lindamente acertou o meu carro numa pancada que gerou uma energia cibernética e evacuou o restinho da energia boa que me habitava. Menino (lindo por sinal) perdeu a curva subindo a milhão na serra. Joguei o carro pro lado. Conseguiu quebrar a minha roda, estourar o vidro traseiro com a cabeça. O pior foi o BO que demorou duas horas. Nem consegui assistir o casamento de minha amiga (nota: casei 3 casais esse ano, ainda faltam dois).

Quarta Zica: O motoqueiro não contente em estourar o meu carro no qual faz uns dois meses que está em minha posse, ele fode as minhas férias. O dinheiro que ia para as minhas férias vai pra pagar o carrinho lindo. Meu silver.

Quinta Zica: Promoção no trabalho. Já faz umas três semanas que tenho a certeza, vindo pelos outros que a minha promoção está o mais perto possível. E não foram quaisquer pessoas. Foram os pica grossas que me disseram. Abro a minha cartinha oferta hoje e, surpresaaaaaa, você não foi promovido e o seu salário continua o mesmo... Será que valeu o stress? Jamais.

Sexta Zica: Ainda sobre o meu carro, recebo um email do Detran, sendo que nem eu sabia que o Detran mandava email, dizendo que, por conta de uma lei ###, caso o condutor esteja circulando com o carro próprio mas ainda o não passou para o seu nome, o meu carro pode ser apreendido na rua, ficar no pátio e eu ainda pagando diária com mais cinco pontinhos na carteira. Ebaaaaaaa.

Aguardando ainda o que está por vir... Só achava que, passando o meu aniversário, tudo já teria voltado ao normal. Mas duas zicas no mesmo dia (hoje), to vendo que vou continuar nessa névoa!

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Escória

Achava que já tinha visto de tudo nessa vida até quando um dia, me convidaram para uma casa de swing!
Ok, bora lá ver qualéquié!

Chegamos de casal (entre amigas, é claro) e logo fomos tomar uns drinks. Olho no olho, mulheres olhando para os homens e vice-versa, cochicho vai, cochicho vem, pega um a mão do outro e "minha mulher quer transar com você, o que acha?".
"Olha, querido, eu acho que ela deve procurar outro, minha mulher não quer que eu tenha relações com a sua esposa!".

Entro nas salinhas, mais conhecidas como cabines do "amor". Peguei aqui... "Nossa, que coisa mole". Vi trocas, vi sexo hetero! Vi uns grandes e outros pequenos, beeeeem pequenos por sinal!

Gemidos e o cheiro de sexo no ar deixam clima bastante underground, como de algumas saunas que frequentei nesse meio tempo!

Promiscuidade ficar pelada no meio da pista da balada? Que nada. Elas tiram tudo e vão até o chão!

Dance mais, beba mais, olhe mais mas não faça nada! Você ainda é religiosa...

V.O.G.U.E

domingo, 19 de julho de 2015

C'est la vie

Eles se conheceram num café em Paris. Tempo atual. Deram o seu primeiro beijo ali e um tempo depois noivaram. O pedido aconteceu com o anel que segurava as várias chaves das portas da residência dele.
Juntaram-se.
Tornou-se viúva após um trágico atropelamento enquanto ele se exercitava.
Focou-se a maior parte do tempo em seu trabalho e alcançou um nível alto, tendo que conviver com as cantadas de seu chefe, de cargo de diretoria... que era casado.
Até que ela beijou o seu colega de trabalho e, a partir daí a estória se desenrolou de uma forma linda e corajosa para ambas as partes.

Vi o filme que conta a estória acima hoje, agora pouco pra falar a verdade. Não só satisfeito com em ver o filme eu tive que relembrar momentos da minha vida com o meu ex. Não me trouxeram muitas alegrias nem tristezas, apenas a reflexão. Tudo passou de forma extraordinária. Foram coisas que eu nunca tinha vivido e, caso nós não namorássemos não as teria vivido também. Ou teria vivido-as de maneira diferente. Quem sabe da minha maneira.
Após a última troca de mensagens vi que não adianta somente um lado se importar com o outro. Assim desisto de tudo, de ter alguma outra chance, de querer encontrá-lo novamente, de qualquer outra coisa que o envolva.

E olha, gente, pessoas que desistem não são pessoas fracas. São pessoas que sabem que quando o seu limite chega e não tem pra onde correr, traçam novos objetivos nos quais sabem que podem alcançar.

Boa noite e rumo ao terceiro objetivo do ano a ser alcançado (logo menos) =D.

quarta-feira, 8 de julho de 2015

Reis não choram


Eu achava que podia controlar as minhas emoções.
Descobri que isso é mentira quando perdi o meu avô, quando comecei a amar... E hoje!
Mais uma vez acordei e o recordei... Só que hoje foi pior. Hoje ainda sentia o beijo no rosto que me dera e o aperto em minha mão.
Hoje foi mais difícil levantar da cama.
Hoje o choro foi livre. Em todos os lugares e em quase todos os momentos do dia.
Foi de felicidade e ao mesmo tempo de tristeza! É difícil segurar essa barra que truca toda hora com o meu coração!
Desde as despedidas foi difícil de controlar as lágrimas... E sei que ainda será.

domingo, 28 de junho de 2015

Weeeeerk!

Que ano maravilhoso. Apesar de algumas perdas, não posso dizer que o ano de 2015, que no começo estava sendo do cão, agora está caminhando para o melhor ano da vida!

Já são dois objetivos neste ano cumpridos. Os que tracei no começo do ano!!
Viagem para o Rio de Janeiro (checked) e comprar o meu primeiro carro (checked).

Agora é time to work para cumprir os próximos objetivos. Que venham mais conquistas =D.

bjo bjo.