Volto aqui neste posso de lamentações que é o meu blog para falar mais uma vez de meus sentimentos. Não queria. Ia me sentir mais a vontade descrevendo sobre as festas de carnaval dos últimos dias, ou podia tapear uma teoria que ouvi sobre o aquecimento global (assunto que me interessa paca) onde colocaram a culpa nas atividades agropecuárias (por esse motivo a Fulana virou vegetariana), ou também, explicar a minha teoria sobre o aquecimento do planeta onde fiquei claramente, para não dizer totalmente, chateado com a repórter Sonia Bridi,na qual ainda a admiro.
Cresci pessoal e profissionalmente nessa "fase" da minha vida e agradeço por isso. Mas não tenho como negar que não consegui me livrar dele. Estou a ponto de chegar à loucura pois ele ainda é a razão dos meus pensamentos ao acordar e ao dormir. Dias menos intensos e outros mais, os quais são os piores. Das mensagens de texto recebidas no celular e não ser dele.
A porra é que ainda vai durar, por muito tempo ou pra sempre. Demos um basta à situação que complicava nossa vida mas não consigo dar um basta à esse sentimento de amá-lo. E meu coração bateu forte em todas as vezes que o encontrei, igualzinho de quando iniciamos uma vida juntos.
É complicado, malandro.
Já superei paixões, mas um amor não há de ser superado.
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016
terça-feira, 5 de janeiro de 2016
Uma vida em troca de troco
O quão te satisfaz tirar a vida de uma pessoa?
A gana do poder entre os seus afiliados? Status? Diversão? Dívidas? Drogas?
Por conta de um dos fatores acima, logo após a festa da virada de um novo ano promissor que promete ou prometia um novo ciclo inspirador na paixão, não só pra mim, mas para o rapaz de apenas 21 anos e toda a sua família, teve a sua vida exterminada do mundo dos vivos!
Ele que era conhecido da família levou bala na cabeça em um assalto em Peruíbe!
Era para ser uma viagem linda, mas não foi. Loucura entre a galera, covardia dos "poderosos" de plantão.
Uma vida por uns míseros reais na carteira.
Virada de ano em velório não é fácil.
Que esteja em um lugar melhor, meu bom caro, onde não exista violência nem tristeza. Que o choro seja de alegria pelos os que aqui, nessa terra de ninguém, ainda vivem.
Vá com Deus :(
terça-feira, 10 de novembro de 2015
Oxigênio Paulistano
VIDA SELVAGEM
Nico trabalha todos os dias de terno, sapato engraxado e cuequinha da moda. Todos os dias pra lá e pra cá com o seu laptop nas costas, seu pacote de cigarro no bolso e a sua musiquinha que bomba no fone de ouvido.
Ele teve suas férias recentemente e deixou um projeto que vale milhões nas mãos de pessoas em que ele confiava. São todas pessoas trabalhadoras, sem exceção, até que se prove ao contrário.
Logo após a volta de suas férias teve que lidar com lições que achou que nunca deveria enfrentar.
Matar um leão por dia pode ser fácil. Quero ver matar 5 leões, mais 2 tigres e mais uma trupe de animais selvagens, todos engravatados, todos sedentos por sangue. O seu sangue.
Já não basta ter que lidar com as várias najas que nos incomodam todos os dias.
Mas para combater essa selvageria, Nico também sabe rugir. De encontro com a loira, não deixa a peteca cair.
"Preciso dessas 190234213 coisas até as 3 horas da tarde".
"De que dia?".
Rebate aqui, ali e acolá e vai andando com toda sua bagagem profissional.
Dá um tiro pro alto e todos os animais cedem. Vão embora, mas não por muito tempo.
A boa coisa é que Nico está em um "novo" da selva que trabalha mas, as feras continuam.
Apesar das bestas ao redor também notam-se lindos unicórnios brancos, de barba, sarados e com tendências homossexais.
Daí entra a teoria dos 3 segundos. Primeiro dia, primeiro café, primeiro olhar apaixonante.
A vida de Nick está prestes a mudar...
Nico trabalha todos os dias de terno, sapato engraxado e cuequinha da moda. Todos os dias pra lá e pra cá com o seu laptop nas costas, seu pacote de cigarro no bolso e a sua musiquinha que bomba no fone de ouvido.
Ele teve suas férias recentemente e deixou um projeto que vale milhões nas mãos de pessoas em que ele confiava. São todas pessoas trabalhadoras, sem exceção, até que se prove ao contrário.
Logo após a volta de suas férias teve que lidar com lições que achou que nunca deveria enfrentar.
Matar um leão por dia pode ser fácil. Quero ver matar 5 leões, mais 2 tigres e mais uma trupe de animais selvagens, todos engravatados, todos sedentos por sangue. O seu sangue.
Já não basta ter que lidar com as várias najas que nos incomodam todos os dias.
Mas para combater essa selvageria, Nico também sabe rugir. De encontro com a loira, não deixa a peteca cair.
"Preciso dessas 190234213 coisas até as 3 horas da tarde".
"De que dia?".
Rebate aqui, ali e acolá e vai andando com toda sua bagagem profissional.
Dá um tiro pro alto e todos os animais cedem. Vão embora, mas não por muito tempo.
A boa coisa é que Nico está em um "novo" da selva que trabalha mas, as feras continuam.
Apesar das bestas ao redor também notam-se lindos unicórnios brancos, de barba, sarados e com tendências homossexais.
Daí entra a teoria dos 3 segundos. Primeiro dia, primeiro café, primeiro olhar apaixonante.
A vida de Nick está prestes a mudar...
terça-feira, 13 de outubro de 2015
Caso de Polícia
Já não bastasse eu ter que arcar com todas as despesas do carro, by myself, ainda surge essa.
Férias. Faziam exatamente 21 meses de trabalho direto. Tive a oportunidade de viajar no ano passado à trabalho. Sabe que viajar a trabalho não é a melhor coisa do mundo. Trabalha-se mais do que se estivesse no escritório matriz. Enfim.
Relembrando o acidente de 14 de agosto de 2015, um homem quase morreu quando acertou o meu carro, que fazia mais ou menos um mês de uso, enquanto dirigia para Caraguatatuba. Sorte dele que estava de mochila nas costas e devidamente vestido para pilotar uma moto.
Peguei o seu contato, mas não cheguei a ligar.
O engraçado é que o dia estava chamando algo ruim. Eu pressentia. Não sei porque mas por todo o caminho meu coração batia forte. Será que foi o stress?! Talvez.
Estava a ponto de pirar antes das minhas férias pela quantidade de trabalho e responsabilidade que assumi (juntamente com a promoção que não ganhei). Um projeto só meu em que devo liderar 4 pessoas. Dias e dias sem comer e eu, na contagem regressiva para largar tudo por 15 dias. Desfiz até algumas amizades no trabalho. Fui até para o hospital com os nervos à flor da pele. Naquele dia não estava conseguindo nem respirar direito. O diagnóstico? Stress.
"Slow down a bit, boy".
"Fuck you. I gotta work".
A quantidade de cigarros diário dobrou, o álcool me consumindo de uma forma festeira de todos os dias, a balança subindo e por aí vai.
Calma, Nicola, só faltam duas semanas para as suas férias.
Troquei o meu lindo carro, já arrumado, com o carro da minha mãe numa bela quarta-feira de sol, ao som de pop music.
"Caralho, que freiada da porra". Segundos depois me engavetam na 9 de julho.
Distração do motorista que bateu em mim. "Cadê meu óculos?".
O motorista da frente nem se importou. Desceu do carro e olhou para minha cara, viu a traseira do carro dele e foi embora, sem nem dizer um "oi".
Tudo bem. Vá pela sombra.
Já o de trás não sabia se cobria o rosto de vergonha, ou se pedia mais desculpas a mais do que já estava pedindo...
Resultado: o Fox com a lanterna traseira quebrada. Mas ôooo macumba que tá dando certo einh. Toma no c*.
Pelo menos uma felicidade. Show da Kate Perry em São Paulo. Um dos momentos mais lindos de toda a minha vivência.
Chegou o grande dia. Féeeeeeeeeeeerias.
Viagem marcada, mochilão feito, passagem aérea na mão e bora lá.
Cheguei em Florianópolis na terça-feira, umas 14 horas conversando com a amiga professora que fiz no avião. Pegamos táxi juntos e, ela super solicita, me passa o seu número de telefone para qualquer coisa que eu precisasse durante a minha estadia na ilha.
Uma fofa.
Dei um rolê pelo centro da cidade e logo depois fui pro hostel roots que tinha reservado na praia da Barra da Lagoa.
Consegui dar uns pegas na ponta que levei, no hostel mesmo. Legalizado.
Fiquei esse tempo no hostel tomando uns drinks e conversando com um dinamarquês e uma alemã (sempre conheço alemãs, não sei porque).
Durante a noite dei mais uns pegas e começo a conversar com minha mãe, via mensagem, que me diz que chegou uma intimação para prestar depoimento na delegacia da minha cidade. Na sexta-feira.
Meu cú fechou na hora.
"Mas por quê?".
Tinha entendido que o caso já tinha sido encerrado. Porra, o cara não morreu. Eu fui a vítima. Ele a vítima/autor.
Tentei ligar, na quarta-feira, desesperadamente para a delegacia para tentar remarcar o dia de prestar depoimento. Sem sucesso.
A raiva tomou conta de mim que teve que pegar um ônibus às 19 horas do mesmo dia para chegar na cidade às 9 horas do dia seguinte. Férias por água abaixo. Várias Dilmas jogadas no rio e foram levadas pela correnteza. Hoje não tá fácil pra ninguém.
Prestei depoimento. Deu tudo certo. Só as minhas férias que não.
Agora o dinheiro que sobrou já está contado para as contas deste mês.
Urucubaca. Só pode ser.
O tempo que eu ia ter para mim foi perdido. Tudo foi perdido.
Descansar? Que nada. A raiva já tomou conta de mim. Não tem como.
O que me resta é me enfiar dentro de uma bolha para ver se não acontece mais nada nesse ano. Só assim pra eu conseguir dar os meus passos.
Só no aguardo aqui do processo que vou levar por conta desse motoqueiro filho da puta que destruiu toda a minha paz. Se é que eu estava em paz né.
Férias. Faziam exatamente 21 meses de trabalho direto. Tive a oportunidade de viajar no ano passado à trabalho. Sabe que viajar a trabalho não é a melhor coisa do mundo. Trabalha-se mais do que se estivesse no escritório matriz. Enfim.
Relembrando o acidente de 14 de agosto de 2015, um homem quase morreu quando acertou o meu carro, que fazia mais ou menos um mês de uso, enquanto dirigia para Caraguatatuba. Sorte dele que estava de mochila nas costas e devidamente vestido para pilotar uma moto.
Peguei o seu contato, mas não cheguei a ligar.
O engraçado é que o dia estava chamando algo ruim. Eu pressentia. Não sei porque mas por todo o caminho meu coração batia forte. Será que foi o stress?! Talvez.
Estava a ponto de pirar antes das minhas férias pela quantidade de trabalho e responsabilidade que assumi (juntamente com a promoção que não ganhei). Um projeto só meu em que devo liderar 4 pessoas. Dias e dias sem comer e eu, na contagem regressiva para largar tudo por 15 dias. Desfiz até algumas amizades no trabalho. Fui até para o hospital com os nervos à flor da pele. Naquele dia não estava conseguindo nem respirar direito. O diagnóstico? Stress.
"Slow down a bit, boy".
"Fuck you. I gotta work".
A quantidade de cigarros diário dobrou, o álcool me consumindo de uma forma festeira de todos os dias, a balança subindo e por aí vai.
Calma, Nicola, só faltam duas semanas para as suas férias.
Troquei o meu lindo carro, já arrumado, com o carro da minha mãe numa bela quarta-feira de sol, ao som de pop music.
"Caralho, que freiada da porra". Segundos depois me engavetam na 9 de julho.
Distração do motorista que bateu em mim. "Cadê meu óculos?".
O motorista da frente nem se importou. Desceu do carro e olhou para minha cara, viu a traseira do carro dele e foi embora, sem nem dizer um "oi".
Tudo bem. Vá pela sombra.
Já o de trás não sabia se cobria o rosto de vergonha, ou se pedia mais desculpas a mais do que já estava pedindo...
Resultado: o Fox com a lanterna traseira quebrada. Mas ôooo macumba que tá dando certo einh. Toma no c*.
Pelo menos uma felicidade. Show da Kate Perry em São Paulo. Um dos momentos mais lindos de toda a minha vivência.
Chegou o grande dia. Féeeeeeeeeeeerias.
Viagem marcada, mochilão feito, passagem aérea na mão e bora lá.
Cheguei em Florianópolis na terça-feira, umas 14 horas conversando com a amiga professora que fiz no avião. Pegamos táxi juntos e, ela super solicita, me passa o seu número de telefone para qualquer coisa que eu precisasse durante a minha estadia na ilha.
Uma fofa.
Dei um rolê pelo centro da cidade e logo depois fui pro hostel roots que tinha reservado na praia da Barra da Lagoa.
Consegui dar uns pegas na ponta que levei, no hostel mesmo. Legalizado.
Fiquei esse tempo no hostel tomando uns drinks e conversando com um dinamarquês e uma alemã (sempre conheço alemãs, não sei porque).
Durante a noite dei mais uns pegas e começo a conversar com minha mãe, via mensagem, que me diz que chegou uma intimação para prestar depoimento na delegacia da minha cidade. Na sexta-feira.
Meu cú fechou na hora.
"Mas por quê?".
Tinha entendido que o caso já tinha sido encerrado. Porra, o cara não morreu. Eu fui a vítima. Ele a vítima/autor.
Tentei ligar, na quarta-feira, desesperadamente para a delegacia para tentar remarcar o dia de prestar depoimento. Sem sucesso.
A raiva tomou conta de mim que teve que pegar um ônibus às 19 horas do mesmo dia para chegar na cidade às 9 horas do dia seguinte. Férias por água abaixo. Várias Dilmas jogadas no rio e foram levadas pela correnteza. Hoje não tá fácil pra ninguém.
Prestei depoimento. Deu tudo certo. Só as minhas férias que não.
Agora o dinheiro que sobrou já está contado para as contas deste mês.
Urucubaca. Só pode ser.
O tempo que eu ia ter para mim foi perdido. Tudo foi perdido.
Descansar? Que nada. A raiva já tomou conta de mim. Não tem como.
O que me resta é me enfiar dentro de uma bolha para ver se não acontece mais nada nesse ano. Só assim pra eu conseguir dar os meus passos.
Só no aguardo aqui do processo que vou levar por conta desse motoqueiro filho da puta que destruiu toda a minha paz. Se é que eu estava em paz né.
segunda-feira, 31 de agosto de 2015
Endless
Não foi a primeira vez que vi estrelas, cores, elefantes e por aí vai! Mas dessa vez foi tão grandioso que...
E viram como o queijo estava bem amarelado no céu, ontem? Complicado falar da lua. E ainda mais de qualquer estrela lá no céu!
O som da sanfona contaminou, aquele mash up digno de abrir espacate, aquele dj que bombou na pista, aquelas cervejas de segunda, terça, quarta, quinta, sexta, sábado e domingo... Talvez aquele cigarro na companhia da amada! Todos em vão!
Ah se a gente pudesse mandar no coração! "Pare, agora..."
Sorrir é fácil. Sim, fácil!
Mas AQUELE sorriso está sendo bem difícil tirarem de mim! Ninguém conseguiu! Simplesmente ninguém.
Chega de procurar aquela cerveja do fim da tarde, de todos os dias entorpecentes.
It's been a long day without you, my friend.
A very long day...
E viram como o queijo estava bem amarelado no céu, ontem? Complicado falar da lua. E ainda mais de qualquer estrela lá no céu!
O som da sanfona contaminou, aquele mash up digno de abrir espacate, aquele dj que bombou na pista, aquelas cervejas de segunda, terça, quarta, quinta, sexta, sábado e domingo... Talvez aquele cigarro na companhia da amada! Todos em vão!
Ah se a gente pudesse mandar no coração! "Pare, agora..."
Sorrir é fácil. Sim, fácil!
Mas AQUELE sorriso está sendo bem difícil tirarem de mim! Ninguém conseguiu! Simplesmente ninguém.
Chega de procurar aquela cerveja do fim da tarde, de todos os dias entorpecentes.
It's been a long day without you, my friend.
A very long day...
terça-feira, 18 de agosto de 2015
The ZICA never ends...
Ohh maré de azar nesses últimos três meses einh! Nunca tive um inferno astral que durou tanto tempo assim e que nunca me deixou sem energia alguma pra batalhar pelas coisas da vida.
Primeira Zica: Término do namoro. Isso é de fato uma zica bastante grande.
Segunda Zica: Fatura do cartão de crédito maior que meu salário do mês. Olha gente, sim, eu costumo gastar bastante. Ainda mais comigo. Cervejas, festinhas, roupinhas (até que nem tanto nesse momento), presentinhos, agradinhos, tudo inho... "Crédito ou débito?" - Crédito é claro, depois eu pago pro banco... o foda é que esse negociozinho de plástico na mão de quem não sabe se controlar, é pior que arma de fogo.
Terceira Zica: A quase morte de um motoqueiro na serra da rodovia tamoios onde ele, lindamente acertou o meu carro numa pancada que gerou uma energia cibernética e evacuou o restinho da energia boa que me habitava. Menino (lindo por sinal) perdeu a curva subindo a milhão na serra. Joguei o carro pro lado. Conseguiu quebrar a minha roda, estourar o vidro traseiro com a cabeça. O pior foi o BO que demorou duas horas. Nem consegui assistir o casamento de minha amiga (nota: casei 3 casais esse ano, ainda faltam dois).
Quarta Zica: O motoqueiro não contente em estourar o meu carro no qual faz uns dois meses que está em minha posse, ele fode as minhas férias. O dinheiro que ia para as minhas férias vai pra pagar o carrinho lindo. Meu silver.
Quinta Zica: Promoção no trabalho. Já faz umas três semanas que tenho a certeza, vindo pelos outros que a minha promoção está o mais perto possível. E não foram quaisquer pessoas. Foram os pica grossas que me disseram. Abro a minha cartinha oferta hoje e, surpresaaaaaa, você não foi promovido e o seu salário continua o mesmo... Será que valeu o stress? Jamais.
Sexta Zica: Ainda sobre o meu carro, recebo um email do Detran, sendo que nem eu sabia que o Detran mandava email, dizendo que, por conta de uma lei ###, caso o condutor esteja circulando com o carro próprio mas ainda o não passou para o seu nome, o meu carro pode ser apreendido na rua, ficar no pátio e eu ainda pagando diária com mais cinco pontinhos na carteira. Ebaaaaaaa.
Aguardando ainda o que está por vir... Só achava que, passando o meu aniversário, tudo já teria voltado ao normal. Mas duas zicas no mesmo dia (hoje), to vendo que vou continuar nessa névoa!
Primeira Zica: Término do namoro. Isso é de fato uma zica bastante grande.
Segunda Zica: Fatura do cartão de crédito maior que meu salário do mês. Olha gente, sim, eu costumo gastar bastante. Ainda mais comigo. Cervejas, festinhas, roupinhas (até que nem tanto nesse momento), presentinhos, agradinhos, tudo inho... "Crédito ou débito?" - Crédito é claro, depois eu pago pro banco... o foda é que esse negociozinho de plástico na mão de quem não sabe se controlar, é pior que arma de fogo.
Terceira Zica: A quase morte de um motoqueiro na serra da rodovia tamoios onde ele, lindamente acertou o meu carro numa pancada que gerou uma energia cibernética e evacuou o restinho da energia boa que me habitava. Menino (lindo por sinal) perdeu a curva subindo a milhão na serra. Joguei o carro pro lado. Conseguiu quebrar a minha roda, estourar o vidro traseiro com a cabeça. O pior foi o BO que demorou duas horas. Nem consegui assistir o casamento de minha amiga (nota: casei 3 casais esse ano, ainda faltam dois).
Quarta Zica: O motoqueiro não contente em estourar o meu carro no qual faz uns dois meses que está em minha posse, ele fode as minhas férias. O dinheiro que ia para as minhas férias vai pra pagar o carrinho lindo. Meu silver.
Quinta Zica: Promoção no trabalho. Já faz umas três semanas que tenho a certeza, vindo pelos outros que a minha promoção está o mais perto possível. E não foram quaisquer pessoas. Foram os pica grossas que me disseram. Abro a minha cartinha oferta hoje e, surpresaaaaaa, você não foi promovido e o seu salário continua o mesmo... Será que valeu o stress? Jamais.
Sexta Zica: Ainda sobre o meu carro, recebo um email do Detran, sendo que nem eu sabia que o Detran mandava email, dizendo que, por conta de uma lei ###, caso o condutor esteja circulando com o carro próprio mas ainda o não passou para o seu nome, o meu carro pode ser apreendido na rua, ficar no pátio e eu ainda pagando diária com mais cinco pontinhos na carteira. Ebaaaaaaa.
Aguardando ainda o que está por vir... Só achava que, passando o meu aniversário, tudo já teria voltado ao normal. Mas duas zicas no mesmo dia (hoje), to vendo que vou continuar nessa névoa!
segunda-feira, 27 de julho de 2015
Escória
Achava que já tinha visto de tudo nessa vida até quando um dia, me convidaram para uma casa de swing!
Ok, bora lá ver qualéquié!
Chegamos de casal (entre amigas, é claro) e logo fomos tomar uns drinks. Olho no olho, mulheres olhando para os homens e vice-versa, cochicho vai, cochicho vem, pega um a mão do outro e "minha mulher quer transar com você, o que acha?".
"Olha, querido, eu acho que ela deve procurar outro, minha mulher não quer que eu tenha relações com a sua esposa!".
Entro nas salinhas, mais conhecidas como cabines do "amor". Peguei aqui... "Nossa, que coisa mole". Vi trocas, vi sexo hetero! Vi uns grandes e outros pequenos, beeeeem pequenos por sinal!
Gemidos e o cheiro de sexo no ar deixam clima bastante underground, como de algumas saunas que frequentei nesse meio tempo!
Promiscuidade ficar pelada no meio da pista da balada? Que nada. Elas tiram tudo e vão até o chão!
Dance mais, beba mais, olhe mais mas não faça nada! Você ainda é religiosa...
V.O.G.U.E
Ok, bora lá ver qualéquié!
Chegamos de casal (entre amigas, é claro) e logo fomos tomar uns drinks. Olho no olho, mulheres olhando para os homens e vice-versa, cochicho vai, cochicho vem, pega um a mão do outro e "minha mulher quer transar com você, o que acha?".
"Olha, querido, eu acho que ela deve procurar outro, minha mulher não quer que eu tenha relações com a sua esposa!".
Entro nas salinhas, mais conhecidas como cabines do "amor". Peguei aqui... "Nossa, que coisa mole". Vi trocas, vi sexo hetero! Vi uns grandes e outros pequenos, beeeeem pequenos por sinal!
Gemidos e o cheiro de sexo no ar deixam clima bastante underground, como de algumas saunas que frequentei nesse meio tempo!
Promiscuidade ficar pelada no meio da pista da balada? Que nada. Elas tiram tudo e vão até o chão!
Dance mais, beba mais, olhe mais mas não faça nada! Você ainda é religiosa...
V.O.G.U.E
domingo, 19 de julho de 2015
C'est la vie
Eles se conheceram num café em Paris. Tempo atual. Deram o seu primeiro beijo ali e um tempo depois noivaram. O pedido aconteceu com o anel que segurava as várias chaves das portas da residência dele.
Juntaram-se.
Tornou-se viúva após um trágico atropelamento enquanto ele se exercitava.
Focou-se a maior parte do tempo em seu trabalho e alcançou um nível alto, tendo que conviver com as cantadas de seu chefe, de cargo de diretoria... que era casado.
Até que ela beijou o seu colega de trabalho e, a partir daí a estória se desenrolou de uma forma linda e corajosa para ambas as partes.
Vi o filme que conta a estória acima hoje, agora pouco pra falar a verdade. Não só satisfeito com em ver o filme eu tive que relembrar momentos da minha vida com o meu ex. Não me trouxeram muitas alegrias nem tristezas, apenas a reflexão. Tudo passou de forma extraordinária. Foram coisas que eu nunca tinha vivido e, caso nós não namorássemos não as teria vivido também. Ou teria vivido-as de maneira diferente. Quem sabe da minha maneira.
Após a última troca de mensagens vi que não adianta somente um lado se importar com o outro. Assim desisto de tudo, de ter alguma outra chance, de querer encontrá-lo novamente, de qualquer outra coisa que o envolva.
E olha, gente, pessoas que desistem não são pessoas fracas. São pessoas que sabem que quando o seu limite chega e não tem pra onde correr, traçam novos objetivos nos quais sabem que podem alcançar.
Boa noite e rumo ao terceiro objetivo do ano a ser alcançado (logo menos) =D.
Juntaram-se.
Tornou-se viúva após um trágico atropelamento enquanto ele se exercitava.
Focou-se a maior parte do tempo em seu trabalho e alcançou um nível alto, tendo que conviver com as cantadas de seu chefe, de cargo de diretoria... que era casado.
Até que ela beijou o seu colega de trabalho e, a partir daí a estória se desenrolou de uma forma linda e corajosa para ambas as partes.
Vi o filme que conta a estória acima hoje, agora pouco pra falar a verdade. Não só satisfeito com em ver o filme eu tive que relembrar momentos da minha vida com o meu ex. Não me trouxeram muitas alegrias nem tristezas, apenas a reflexão. Tudo passou de forma extraordinária. Foram coisas que eu nunca tinha vivido e, caso nós não namorássemos não as teria vivido também. Ou teria vivido-as de maneira diferente. Quem sabe da minha maneira.
Após a última troca de mensagens vi que não adianta somente um lado se importar com o outro. Assim desisto de tudo, de ter alguma outra chance, de querer encontrá-lo novamente, de qualquer outra coisa que o envolva.
E olha, gente, pessoas que desistem não são pessoas fracas. São pessoas que sabem que quando o seu limite chega e não tem pra onde correr, traçam novos objetivos nos quais sabem que podem alcançar.
Boa noite e rumo ao terceiro objetivo do ano a ser alcançado (logo menos) =D.
quarta-feira, 8 de julho de 2015
Reis não choram
Eu achava que podia controlar as minhas emoções.
Descobri que isso é mentira quando perdi o meu avô, quando comecei a amar... E hoje!
Mais uma vez acordei e o recordei... Só que hoje foi pior. Hoje ainda sentia o beijo no rosto que me dera e o aperto em minha mão.
Hoje foi mais difícil levantar da cama.
Hoje o choro foi livre. Em todos os lugares e em quase todos os momentos do dia.
Foi de felicidade e ao mesmo tempo de tristeza! É difícil segurar essa barra que truca toda hora com o meu coração!
Desde as despedidas foi difícil de controlar as lágrimas... E sei que ainda será.
domingo, 28 de junho de 2015
Weeeeerk!
Que ano maravilhoso. Apesar de algumas perdas, não posso dizer que o ano de 2015, que no começo estava sendo do cão, agora está caminhando para o melhor ano da vida!
Já são dois objetivos neste ano cumpridos. Os que tracei no começo do ano!!
Viagem para o Rio de Janeiro (checked) e comprar o meu primeiro carro (checked).
Agora é time to work para cumprir os próximos objetivos. Que venham mais conquistas =D.
bjo bjo.
Já são dois objetivos neste ano cumpridos. Os que tracei no começo do ano!!
Viagem para o Rio de Janeiro (checked) e comprar o meu primeiro carro (checked).
Agora é time to work para cumprir os próximos objetivos. Que venham mais conquistas =D.
bjo bjo.
segunda-feira, 8 de junho de 2015
Oi
Não adianta nada eu andar pela rua, pegar o metrô, parar no farol e ficar procurando, olhando tudo ao redor para ver se eu te encontro.
Tenho muita saudade. Às vezes é aquela que dói, às vezes é aquela que me faz sorrir e outras que fazem chorar.
Até hoje eu lembro de quando recebi o seu primeiro "Oi" e conversamos a tarde inteira.
Primeiro um encontro, logo depois o segundo e então foram vários.
Lembro de quando dormíamos e eu, quando não conseguia dormir, ficava olhando o seu rosto pela luz que entrava na janela e te envolvia em meus braços.
Lembro de quando ficava esperando acordado você ligar. Tinham dias que não falávamos muita coisa, mas só de saber que você estava bem eu podia dormir tranquilo.
E quando andávamos de carro e eu colocava a mão na sua perna e vice-versa.
Quando cantávamos juntos =D.
Toda loucura era uma felicidade.
E ainda quando eu ia te comprar um presente. Pensava uns dois meses antes no que ia comprar e mesmo assim nunca conseguia decidir. Queria sempre te dar o melhor presente.
Havia aqueles dias, também, em que precisava te contar algo. Logo pensava em você. Lembrava das suas palavras que me acalmavam e faziam toda a razão.
Quando eu te dava um beijo por nada.
Cheirava o seu cangote.
Dava aquele abraço apertado...
Aquela vez em que agarramos a mão um do outro quando entramos juntos no casamento de meu amigo.
Ficava olhando pra você sem motivo, pensando eu era a pessoa mais sortuda do mundo por ter alguém daquele jeito comigo...
O 'babe' era o nosso 'amor'.
E 'amorzão' rsrs... Eu me sentia em poder chamar alguém de 'amorzão'. Pra mim era um máximo.
A alma sempre guarda o que a mente tenta esquecer. Tenta, mas não consegue.
Oi.
Tenho muita saudade. Às vezes é aquela que dói, às vezes é aquela que me faz sorrir e outras que fazem chorar.
Até hoje eu lembro de quando recebi o seu primeiro "Oi" e conversamos a tarde inteira.
Primeiro um encontro, logo depois o segundo e então foram vários.
Lembro de quando dormíamos e eu, quando não conseguia dormir, ficava olhando o seu rosto pela luz que entrava na janela e te envolvia em meus braços.
Lembro de quando ficava esperando acordado você ligar. Tinham dias que não falávamos muita coisa, mas só de saber que você estava bem eu podia dormir tranquilo.
E quando andávamos de carro e eu colocava a mão na sua perna e vice-versa.
Quando cantávamos juntos =D.
Toda loucura era uma felicidade.
E ainda quando eu ia te comprar um presente. Pensava uns dois meses antes no que ia comprar e mesmo assim nunca conseguia decidir. Queria sempre te dar o melhor presente.
Havia aqueles dias, também, em que precisava te contar algo. Logo pensava em você. Lembrava das suas palavras que me acalmavam e faziam toda a razão.
Quando eu te dava um beijo por nada.
Cheirava o seu cangote.
Dava aquele abraço apertado...
Aquela vez em que agarramos a mão um do outro quando entramos juntos no casamento de meu amigo.
Ficava olhando pra você sem motivo, pensando eu era a pessoa mais sortuda do mundo por ter alguém daquele jeito comigo...
O 'babe' era o nosso 'amor'.
E 'amorzão' rsrs... Eu me sentia em poder chamar alguém de 'amorzão'. Pra mim era um máximo.
A alma sempre guarda o que a mente tenta esquecer. Tenta, mas não consegue.
Oi.
segunda-feira, 25 de maio de 2015
Eu te amo
Eu o perdi! Eu o perdi por ser bobo! Eu o perdi por achar que ele sempre estava errado.
Eu o perdi pelo egoísmo leonino, pelas palavras reguladas que não foram ditas quando deveriam.
Sempre andamos em chão de vidro e ele se quebrou.
Não, meu Senhor! Não vou ter outra chance, não! Eu já desperdicei.
Não vou ter mais "bom dia", não vou ter mais "como você está", não vou mais aguardar a hora de ir dormir pra poder falar com ele, não. Não vou ter mais nada disso!
Mas eu entendo! Pisei na bola várias vezes. O recomeço nunca foi um recomeço. Foi por isso que ele me deixou, meu Senhor e agora não existe mais o Nós entre a gente! Só existe o amor que pra sempre vai existir...
quinta-feira, 9 de abril de 2015
Meu Rio só meu.
Ótima passagem pelo querido Hell de Janeiro.
Todos os corpos esculturais, paisagens, preguiça, energia, baladas, cerveja, sol e água salgada foram aproveitados ao máximo.
Ooooh terra maravilhosa, terra linda de morrer.
Energia lá em cima, o povo todo alto astral.
Foi tudo numa boa, tudo numa nice.
Confesso que fui pra lá com aquela neura de todo paulistano. "Não posso dar mole aqui" ou "não vou tirar o meu celular do bolso aqui mas nem foden...". claro que tomei o maior cuidado do mundo pois enquanto estive lá vi um vídeo de uma moça sendo assaltada em Copacabana e uma foto em que um taxista mostrou outro taxista morto a facadas às 8:30 da manhã, em pleno sol!
Primeiro dia já fomos logo pro Rio Scenarium. Cansaso? Que nada, querida. dançamos um sambinha bom e um eletrônico meia boca até as 3:30 da manhã (pouco para o tempo de são paulo). Tirando um gringo alemão que sujou a minha camiseta foi tudo bem.
Logo depois de acordar, no próximo dia, fui para o Poxxxto 9. Point maravilhoso para as gays. Não tem como não reparar.
Até as travesti que estavam do nosso lado eram lindas... Duas personagens de comédia. E no final do dia, fomos para o point gay de novo, a famosa rua Farme de Amoedo. Nada parecida com a Gay Boneca aqui de São Paulo, vulgo Frei
Caneca. Só as billy bombada no rolê. Aí meu boyfriend me conta uma história que pegou o L. uma vez que estava no rio. Tudo bem... é passado meixmo (eu acho).
Terceiro dia na praia de Copacabana na preguiça/indolência/inércia do sábado calorento. Águas lindas, como nunca tinha visto em qualquer praia daqui de São Paulo. Eeeeee claro, uma passadinha na The Week Rio de noite. Lugar lindo, com certeza. Point mais gay que esse acho que não existe no rio. Ah não ser a Le Boy que eu queria ter conhecido mas não tive a oportunidade.
Último dia. Sim, fizemos as turistas lá. Fomos no pão de açúcar num sol de mais de 30 graus. Vista linda. Mas só isso. Não suporto esses clichês de viagem onde tem pessoas que são muito nhen nhen nhen pra mim. Não sei, não gosto.
E agora só resta as lembranças do lugar maravilhoso que é o Rio e um certo stress desse tal de L. e celular na mão... mas tudo bem! Rio, me espere, pois voltarei.
Todos os corpos esculturais, paisagens, preguiça, energia, baladas, cerveja, sol e água salgada foram aproveitados ao máximo.
Ooooh terra maravilhosa, terra linda de morrer.
Energia lá em cima, o povo todo alto astral.
Foi tudo numa boa, tudo numa nice.
Confesso que fui pra lá com aquela neura de todo paulistano. "Não posso dar mole aqui" ou "não vou tirar o meu celular do bolso aqui mas nem foden...". claro que tomei o maior cuidado do mundo pois enquanto estive lá vi um vídeo de uma moça sendo assaltada em Copacabana e uma foto em que um taxista mostrou outro taxista morto a facadas às 8:30 da manhã, em pleno sol!
Primeiro dia já fomos logo pro Rio Scenarium. Cansaso? Que nada, querida. dançamos um sambinha bom e um eletrônico meia boca até as 3:30 da manhã (pouco para o tempo de são paulo). Tirando um gringo alemão que sujou a minha camiseta foi tudo bem.
Logo depois de acordar, no próximo dia, fui para o Poxxxto 9. Point maravilhoso para as gays. Não tem como não reparar.
Até as travesti que estavam do nosso lado eram lindas... Duas personagens de comédia. E no final do dia, fomos para o point gay de novo, a famosa rua Farme de Amoedo. Nada parecida com a Gay Boneca aqui de São Paulo, vulgo Frei
Caneca. Só as billy bombada no rolê. Aí meu boyfriend me conta uma história que pegou o L. uma vez que estava no rio. Tudo bem... é passado meixmo (eu acho).
Terceiro dia na praia de Copacabana na preguiça/indolência/inércia do sábado calorento. Águas lindas, como nunca tinha visto em qualquer praia daqui de São Paulo. Eeeeee claro, uma passadinha na The Week Rio de noite. Lugar lindo, com certeza. Point mais gay que esse acho que não existe no rio. Ah não ser a Le Boy que eu queria ter conhecido mas não tive a oportunidade.
Último dia. Sim, fizemos as turistas lá. Fomos no pão de açúcar num sol de mais de 30 graus. Vista linda. Mas só isso. Não suporto esses clichês de viagem onde tem pessoas que são muito nhen nhen nhen pra mim. Não sei, não gosto.
E agora só resta as lembranças do lugar maravilhoso que é o Rio e um certo stress desse tal de L. e celular na mão... mas tudo bem! Rio, me espere, pois voltarei.
Local:
São Paulo - SP, Brasil
quinta-feira, 2 de abril de 2015
É hoooooojeeeeee
Chegou o grande dia.
Ansiosidade, felicidade, tranquilidade... Ahhh Rio de Janeiro. Como quero te conhecer.
Quero ver o sol brilhando nessa cidade maravilhosa. Quero ver a lua iluminando as suas águas claras.
Quero viver o clima alto astral da galera da gema.
Quero ouvir o batuque do samba e as mulatas dançando como se não houvesse o amanhã.
Poucas horas até embarcar ao encontro de Cristo.
Minha viagem maravilhosa.
Ansiosidade, felicidade, tranquilidade... Ahhh Rio de Janeiro. Como quero te conhecer.
Quero ver o sol brilhando nessa cidade maravilhosa. Quero ver a lua iluminando as suas águas claras.
Quero viver o clima alto astral da galera da gema.
Quero ouvir o batuque do samba e as mulatas dançando como se não houvesse o amanhã.
Poucas horas até embarcar ao encontro de Cristo.
Minha viagem maravilhosa.
segunda-feira, 23 de março de 2015
Elas que me disseram
Depois que tirei as cartas nada continuou do jeito que era antes!
Não pode ser verdade tudo o que for lido nas cartas. Lógico, a cartomante tem que interpretá-las e, sabemos que, as interpretações sobre um fato, uma arte ou qualquer outra coisa difere de pessoa pra pessoa!
O lance é igual ao zoodíaco. Você lê o seu horóscopo e absorve o que for bom pra vc! As outras você as interpreta do jeito que dá e tenta trabalhá-las para que elas fiquem bem...
Tudo funciona quando se encontra mecanismos que se encaixam na peça e fazem a máquina rodar.
Mas foi tão bom ouvir/ler aquelas figuras! Algo mudará drasticamente para me fazer feliz!
Pode ser a perda de algo valioso que às vezes jogo toda a minha dita energia... ou pode ser o ganho de algo simples que não sei o que pode ser!
Energia! Se soubesse como anda a minha hoje! É de se espantar que eu tenha ficado acordado o dia inteiro. E olha que não é da energia física que eu to falando não!
Venha, positividade!
...
No aguardo!
Não pode ser verdade tudo o que for lido nas cartas. Lógico, a cartomante tem que interpretá-las e, sabemos que, as interpretações sobre um fato, uma arte ou qualquer outra coisa difere de pessoa pra pessoa!
O lance é igual ao zoodíaco. Você lê o seu horóscopo e absorve o que for bom pra vc! As outras você as interpreta do jeito que dá e tenta trabalhá-las para que elas fiquem bem...
Tudo funciona quando se encontra mecanismos que se encaixam na peça e fazem a máquina rodar.
Mas foi tão bom ouvir/ler aquelas figuras! Algo mudará drasticamente para me fazer feliz!
Pode ser a perda de algo valioso que às vezes jogo toda a minha dita energia... ou pode ser o ganho de algo simples que não sei o que pode ser!
Energia! Se soubesse como anda a minha hoje! É de se espantar que eu tenha ficado acordado o dia inteiro. E olha que não é da energia física que eu to falando não!
Venha, positividade!
...
No aguardo!
sábado, 7 de março de 2015
O que nos espera?
Tudo começou na teoria do big bang! Ninguém sabia que a matèria ia se juntar e explodir, depois formae os planetas e depois o primeiro ser unicelular da terra, depois os peixes, depois anfíbios, depois as aves, etc etc...
Aí vem a gente, ser humano, que possuí sentidos e emoções.
E o que será daqui alguns anos com toda essa evolução?
A coisa aqui é tentar descobrir como será o futuro e as suas dificuldades, assim como as suas alegrias.
Num modo de vida normal as pessoas nascem, estudam, namoram, casam, tem os seus filhos, netos, bisnetos, caixão!
E me diz quem não gostaria de viver esse ciclo...
Pow, futuro! Dá uma trégua aí... Diz pra gente o que vai acontecer nas nossas vidas!
Mas não, ele quer porque quer nos deixar vivê-lo sem saber o que vai acontecer. Se pudessemos pelo menos dar uma olhadinha no que que está por vir poderímos evitar tanta coisa. Poderíamos mudar o desfecho das coisas. Tipo evitar de estar no mesmo lugar onde fosse explodir uma bomba.
Ah se eu pudesse olhar lá pra frente e fazer das minhas escolhas as mais sábias que qualquer um poderia fazer...
terça-feira, 24 de fevereiro de 2015
E a briga nunca acaba
Digam-me! Qual é a dona NEURA que nossas mães tem em nos dizer para arrumar o nosso quarto?
Não adianta. Mesmo com 24 anos nas costas, assumido, namorando, trabalhando e tendo a minha vida própria, mas morando na casa deles, por que raaaaaaaaios eles enchem o saco para eu arrumar a minha bagunça?
Jesuuuuuus, será que eles não sabem que eu gosto da minha bagunça? Será que eles não sabem que visita nenhuma vai entrar no meu quarto? Será que é perseguição?
O ápice da coisa foi quando, de "presente" de natal a minha mãe me comprou uma cama box... E tudo pra quê, Senhor? Pra eu arrumar a minha bagunça e jogar tudo o que eu não precisava usar debaixo da cama! Isso não é presente de natal pra mim, mas sim pra ela.
Eu não sei, mas consigo me virar muito melhor na minha bagunça do que sem ela...
Chego em casa e sei onde eu coloquei as coisas no meu quarto! Eu sei onde está o meu carregador de celular (jogado na cama), eu sei onde eu deixei o meu livro nerd (em algum lugar na estante, mas eu sei que ele está lá), eu sei onde está cada coisinha do meu quarto (tem umas coisas "guardadas" no chão mesmo, lá no pé da cama.
Pra mim está ótimo. Não sei se ela sabe se sujeira é diferente de bagunça. Até aí tudo bem, porque viver no chiqueiro já bastam os porcos.
Teve uma vez que ri quando apelidaram o meu quarto de FAVELA só porque tinha uma toalha pendurada na parede. "Sem preconceito, mãe e pai, por favor".
Até que a situação não estava tão alarmante, mas é aquele negócio né... quanto mais pólvora a bomba tem, mais forte estoura.
Hoje meu quarto está igual ao de uma princesa... Mas ela mal pode esperar até chegar o final da semana!
Não adianta. Mesmo com 24 anos nas costas, assumido, namorando, trabalhando e tendo a minha vida própria, mas morando na casa deles, por que raaaaaaaaios eles enchem o saco para eu arrumar a minha bagunça?
Jesuuuuuus, será que eles não sabem que eu gosto da minha bagunça? Será que eles não sabem que visita nenhuma vai entrar no meu quarto? Será que é perseguição?
O ápice da coisa foi quando, de "presente" de natal a minha mãe me comprou uma cama box... E tudo pra quê, Senhor? Pra eu arrumar a minha bagunça e jogar tudo o que eu não precisava usar debaixo da cama! Isso não é presente de natal pra mim, mas sim pra ela.
Eu não sei, mas consigo me virar muito melhor na minha bagunça do que sem ela...
Chego em casa e sei onde eu coloquei as coisas no meu quarto! Eu sei onde está o meu carregador de celular (jogado na cama), eu sei onde eu deixei o meu livro nerd (em algum lugar na estante, mas eu sei que ele está lá), eu sei onde está cada coisinha do meu quarto (tem umas coisas "guardadas" no chão mesmo, lá no pé da cama.
Pra mim está ótimo. Não sei se ela sabe se sujeira é diferente de bagunça. Até aí tudo bem, porque viver no chiqueiro já bastam os porcos.
Teve uma vez que ri quando apelidaram o meu quarto de FAVELA só porque tinha uma toalha pendurada na parede. "Sem preconceito, mãe e pai, por favor".
Até que a situação não estava tão alarmante, mas é aquele negócio né... quanto mais pólvora a bomba tem, mais forte estoura.
Hoje meu quarto está igual ao de uma princesa... Mas ela mal pode esperar até chegar o final da semana!
Mamma music
Engraçado hehehehe... No final de semana assisti o filme Whiplash que conta a história de um baterista de Jazz/soul que queria ser o melhor do mundo. Coincidentemente eu baixei um álbum de Idris Muhammad uma semana antes que, segundo relatos do whikipedia, também era baterista! Americano convertido para o islamismo, foi assim que se deu o seu nome atual...
Não sei, mas talvez ele ainda seja vivo já que nasceu em 1939 e a última info que li dizia que ele se separou da mulher em 1999. Não fu a fundo. Talvez ainda esteja dando alguma sopa por aí!
Ótimo compositor/baterista/cantor para se conhecer o real jazz de New Orleans (bem antes da passagem do Katrina).
Enjoy (logo coloco um vídeo com uma música dele, mas no momento não tenho acesso ao youtube no trabalho... Dark Ages)
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015
Resuminho
Lembrando aqui os cinco dias de "férias" não totalmente premeditadas por conta do carnaval, vejo que foram ótimos dias que passei ao lado de pessoas da good vibe.
O ápice do pulo foi quando fomos para um bloco de carnaval da Vila Madalena.. sem muito o que fazer nessa época de vacas magras.
Chegando, esculturas de arte vivas andando pelas ruas, gatos e gatas sensuais, a garrafa de catuaba, o copo promocional de cerveja que conquistei, as mijadas nas árvores (sim, me condeno por isso, mas se a infra da festa fosse boa, isso não teria acontecido), cerveja no copo, Jegue Elétrico, empurra daqui, empurra de lá, ficando bêbado...
Ahhh o carnaval. Como gosto dessa época onde todos riem felizes sem motivo algum e festejam no mesmo propósito das risadas.
Depois churrasco de carnaval! Fuma, bebe, risada, come, pula, interage.
E então vem o bode. Uma das melhores partes, senão a melhor. Faz nada, nada, e nada, e depois nada, e então nada...
E o sexo... ahhh o sexo. Respira fundo, rafa... Love is still in the air.
Experiência mega boa essa que só quem é brasileiro entende.
Pobre dos que são pobres e à labuta devem retornar após o dia cinzento.
O ápice do pulo foi quando fomos para um bloco de carnaval da Vila Madalena.. sem muito o que fazer nessa época de vacas magras.
Chegando, esculturas de arte vivas andando pelas ruas, gatos e gatas sensuais, a garrafa de catuaba, o copo promocional de cerveja que conquistei, as mijadas nas árvores (sim, me condeno por isso, mas se a infra da festa fosse boa, isso não teria acontecido), cerveja no copo, Jegue Elétrico, empurra daqui, empurra de lá, ficando bêbado...
Ahhh o carnaval. Como gosto dessa época onde todos riem felizes sem motivo algum e festejam no mesmo propósito das risadas.
Depois churrasco de carnaval! Fuma, bebe, risada, come, pula, interage.
E então vem o bode. Uma das melhores partes, senão a melhor. Faz nada, nada, e nada, e depois nada, e então nada...
E o sexo... ahhh o sexo. Respira fundo, rafa... Love is still in the air.
Experiência mega boa essa que só quem é brasileiro entende.
Pobre dos que são pobres e à labuta devem retornar após o dia cinzento.
segunda-feira, 26 de janeiro de 2015
Diga-me com quem andas...
... que mesmo assim não consigo dizer quem tu és!
Gente vai e gente vem, histórias são contadas, fábulas são ouvidas, sonhos criando asas e o sol batendo na cabeça de todas as realidades.
Dizem que é pecado ficar confabulando sobre naquele "O que estamos fazendo aqui?". Pergunta essa que ninguém sabe a resposta.
Quando o sino toca, nós vamos embora... asim ó, num piscar de olhos. Mais parece que o seu contrato de trabalho acabou e você tem que retirar as suas coisas, imediatamente e ir para o seu aconchego.
Qualquer ser tem história pra contar. Eu me lembro de quando era criança onde a vida antes da grande universidade era basicamente aquilo. Conhecia pessoas do bem, que não faziam nada de mais e tinha as suas vidinhas pacatas. Aí veio a lição de vida. A grande escola da vida. Não digo que é a melhor pois o sofrimento bate à tona toda hora... "Ô de casa?!".
Aí você vive. Aprende a andar na rua. Aprende a falar. Aprende a cheirar. Aprende a chorar. Aprende a se decepcionar, aprende a "reamar".
Conhece o Fulano que é parente de Beltrano que já ficou com Ciclano que é irmão de Tragana que já participou de taranto e embuxou de Jociclano que é do mau... e ao mesmo tempo do bem. E cada um tem a sua própria estória pra contar.
Não pode ser aquele conto de fadas. Pode ser aquela vez da planta, aquela vez do beijo, aquela vez da batida de carro.
O amanhecer no campo, o anoitecer debaixo da ponte, a balada no escritório,
Aí a gente continua caminhando e encontrando o Fulano, o Beltrano, o Ciclano, a Tragana o Jociclano... ouvindo cada uma das suas histórias. E conforme o andar da humanidade, as nossas estórias também são registradas e catalogadas.
E ainda tem gente que acha que paga as nossas contas. Pobre deles. Mal sabem o que é suar e chegar em casa pra lavar roupas.
Mas é claro que o meu contrato de trabalho tem data pra acabar. E é claro que ainda há mais pessoas para eu andar.
Gente vai e gente vem, histórias são contadas, fábulas são ouvidas, sonhos criando asas e o sol batendo na cabeça de todas as realidades.
Dizem que é pecado ficar confabulando sobre naquele "O que estamos fazendo aqui?". Pergunta essa que ninguém sabe a resposta.
Quando o sino toca, nós vamos embora... asim ó, num piscar de olhos. Mais parece que o seu contrato de trabalho acabou e você tem que retirar as suas coisas, imediatamente e ir para o seu aconchego.
Qualquer ser tem história pra contar. Eu me lembro de quando era criança onde a vida antes da grande universidade era basicamente aquilo. Conhecia pessoas do bem, que não faziam nada de mais e tinha as suas vidinhas pacatas. Aí veio a lição de vida. A grande escola da vida. Não digo que é a melhor pois o sofrimento bate à tona toda hora... "Ô de casa?!".
Aí você vive. Aprende a andar na rua. Aprende a falar. Aprende a cheirar. Aprende a chorar. Aprende a se decepcionar, aprende a "reamar".
Conhece o Fulano que é parente de Beltrano que já ficou com Ciclano que é irmão de Tragana que já participou de taranto e embuxou de Jociclano que é do mau... e ao mesmo tempo do bem. E cada um tem a sua própria estória pra contar.
Não pode ser aquele conto de fadas. Pode ser aquela vez da planta, aquela vez do beijo, aquela vez da batida de carro.
O amanhecer no campo, o anoitecer debaixo da ponte, a balada no escritório,
Aí a gente continua caminhando e encontrando o Fulano, o Beltrano, o Ciclano, a Tragana o Jociclano... ouvindo cada uma das suas histórias. E conforme o andar da humanidade, as nossas estórias também são registradas e catalogadas.
E ainda tem gente que acha que paga as nossas contas. Pobre deles. Mal sabem o que é suar e chegar em casa pra lavar roupas.
Mas é claro que o meu contrato de trabalho tem data pra acabar. E é claro que ainda há mais pessoas para eu andar.
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